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Arvores > Frutiferas
Guaraná
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
Espécie adaptada à baixa altitude, clima quente e úmido com 85% de umidade relativa, 26ºC de temperatura média anual e precipitação anual entre 1.500 a2000 mm. Os solos onde normalmente são plantados os guaranazeiros são de terra firme, profundos, bem drenados, porém quimicamente pobres. Plantios comerciais em solos férteis têm apresentado índices maiores de desenvolvimento vegetativo e de produtividade.
As covas devem ser abertas com as dimensões de 40cm em todas as direções e previamente adubadas com matéria orgânica com pelo menos 30 dias antes do plantio das mudas. Para o plantio definitivo faz-se uma seleção das mudas no viveiro, aproveitando as mais vigorosas. Os espaçamentos mais recomendados são de 4 x 4m e 5 x 4m.

As mudas de guaraná recém-plantadas devem ser mantidas livre do mato, evitando a concorrência em água, luz e nutrientes. Para tanto recomendam-se 2 limpas e 4 coroamentos no ano. O coroamento deve ser feito em círculo a uma distância de 1,50m em volta da planta nos dois primeiros anos e 2,0 m nos anos subseqüentes.

A poda de formação é utilizada nos três anos iniciais após o plantio. Devem ser mantidos apenas 3 lançamentos emitidos a partir de uma altura de 30 cm do solo. O caule principal deve ter o seu broto terminal podado com cerca de 1,70 m a fim de formar uma copa mais densa e evitar o seu tombamento por excesso de altura.

A adubação é indispensável, para tanto convém realizar a análise química do solo. A primeira adubação básica é feita 3 meses após o plantio. A quantidade de fertilizante pode variar com a idade da planta. Plantios com 1 ano de idade recomenda-se aplicar 200 gramas da fórmula ( 11- 30 - 17 ), conhecida regionalmente, como Fórmula A. A partir dos 4 anos aplicar 600 gramas da formulação indicada acima.

Nas condições do Sul da Bahia, praticamente não há problemas de pragas e doenças causando danos econômico aos guaranazeiros, ao contrário do município amazonense de Maués, o qual teve seus plantios praticamente arrasados pela antracnose em associação com outras doenças, ficou conhecido em quase todo mundo pela cultura do guaraná. Em virtude dos problemas ocorridos a produtividade no município caiu de 127 kg/ha/ano em 1982 para 43 kg/ha/ano em 1998.